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ADILSON REIS
SÓCIO

É cacerense (05/07/1948). Engenheiro civil e de segurança do trabalho, formado na “Universidade da Selva” – Universidade Federal de Mato Grosso (1975). Sócio Efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Cáceres-IHGC, instituição na qual foi presidente. Atividades desempenhadas: membro e Presidente do Conselho Municipal de Saneamento Básico de Cáceres, Membro do Conselho da Cidade, Inspetor Chefe do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia - Regional Cáceres. Sócio Honorário (Vitalício) do Rotary Clube de Cáceres-Distrito 4440

AIRTON DOS REIS
PATRONO

Técnico em contabilidade, Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, Serventuário vitalício da Justiça (Tabelião e Escrivão do 3º Ofício da Comarca de Cáceres), nasceu em Campo Grande-MS, em 29 de outubro de 1939. Veio ainda criança para Cáceres, onde fez o curso primário e ginasial (1946-1954) e desempenhou as seguintes funções: professor de história geral e do Brasil no Ginásio Onze de Março, e de Elementos de Economia, Organização e Técnica Comercial e Legislação Aplicada e Direito Usual, na Escola de 2º Grau Raimundo Cândido dos Reis. Foi Deputado Estadual (1974) e Deputado Federal (1980).

Publicações: Discurso de paraninfo da 1ª turma de Estudos Sociais do IESC, 1980; Pronunciamentos nos Parlamentos Estadual e Federal. Artigos de cunho social e politico nos jornais de Cáceres. Fonte: Jornal “Correio Cacerense”, de 06/10/1974.

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AGNALDO RODRIGUES DA SILVA
SÓCIO

Cacerense nascido em 1973. É professor da UNEMAT, campus de Tangará da Serra, doutor em Estudos comparados de literaturas de língua portuguesa. É sócio efetivo do IHGC e da AML.

Publicações: Obras de ficção (contos): A penumbra (2004); Mente insana (2008); Dose de cicuta (2010) e Baú de pecados (2020). No âmbito da crítica literária e teatral: O futurismo e o teatro (2004); Projeção dos mitos na construção histórica no teatro trágico (2008); O teatro mato-grossense: história, crítica e textos (2010); Entre letras e memórias (2014), além de obras em coautoria sobre diálogos literários, literatura e outras artes, Plínio Marcos e estudos literários e teatrais de São Tomé e Príncipe, entre os anos de 2008 a 2018.  

D. GALIBERT
PATRONO

(31 de dezembro de 1877- 24 de dezembro de 1965).

Dom Galibert, ao ingressar no noviciado, teve o nome alterado como era de praxe, passando a ser chamado de Luiz Maria, tornando-se frei. Frei Luiz Marie Galibert teve sua profissão religiosa ordenada no dia 04 de outubro de 1894, com dezesseis anos de idade. Em seguida, estudou filosofia durante dois anos e foi professor durante outros dois. Somente no dia 10 de dezembro de 1901 o frei celebrou sua profissão perpétua. Na época, o Padre Modesto Augusto Viana desistiu de sua vinda para o município de Cáceres, pois preferiu ficar na sua cidade de Caratinga. Com isso, frei Luiz Maria Galibert, diante do chamado do Papa Bento XV, aceitou o desafio da missão, sendo nomeado bispo de Cáceres. A consagração episcopal foi recebida em 15 de agosto de 1915, na festa da Assunção, pelas mãos de D. Carlos Luiz d´Amour, Arcebispo Metropolitano de Cuiabá, assistido por D. Cirilo de Paula Freitas, bispo de Corumbá e D. Francisco de Aquino Corrêa, bispo titular de Prusiade, Coadjutor do Arcebispo de Cuiabá.

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ELISABETH DUARTE ANTUNES DUTRA
SÓCIA

Nasceu em Cáceres-MT em 14 de outubro de 1960. Filha de José Elias Antunes Filho e Leonor Duarte Antunes.  Empresária bem sucedida na cidade, Presidente do Rotary Club Flor do Pantanal, clube de serviço sem fins lucrativos onde desempenha importantes serviços de cunho social.

Coordenadora da Feira Cultural e Gastronômica da Praça da Cavalhada, local de divulgação de tudo que se refere a usos e costumes da população, lançamentos de livros, etc.

DULCE REGINA CURVO GARCIA
PATRONESSE

Dulce Regina Curvo Garcia, nasceu em Cáceres, em 30/07/1946. Filha do Professor Milton Marques Curvo e Lady Dulce Curvo. Casou-se com o dentista Ovidil Garcia, com o qual teve três filhos. Residiu em histórica propriedade da família, na Rua Coronel José Dulce, local em que hoje funciona o “Restaurante Tapera-fogão de lenha”. Foi professora e artista plástica e manual; educadora e ativista cultural. Lutou pela valorização da educação e da cultura. Exerceu os cargos de Delegada de Ensino, Presidente da Fundação Cultural e Diretora-Presidente do “Grupo Folclórico Tradição”, ainda em plena atividade.

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LINNET MENDES DANTAS
SÓCIA

Nasceu em Cáceres-MT no dia 04 de julho de 1979. Advogada, formou-se na Universidade de Cuiabá em 2006, é especialista em Direito Penal e Processo Penal pela Universidade Cândido Rondon (2006-2008) e mestranda em Direitos Coletivos e Cidadania Minter Fasipe/Unaerp. Foi assessora de gabinete no fórum da comarca de Cáceres (2007 a 2011) e aprovada no concurso público no cargo de analista judiciário do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso onde serviu de 2012 a 2013. Leciona no curso de direito na Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e na Faculdade do Pantanal - Estácio-Fapan, ambas em Cáceres-MT. É sócia efetiva no Instituto Histórico e Geográfico de Cáceres desde junho de 2019. Está como Presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB de Cáceres/MT - 3ª Subseção na gestão 2019/2021. Está como conselheira no Conselho Municipal de Saneamento Básico em Cáceres-MT.

LUIZ EMÍDIO DANTAS
PATRONO

Natural de Picuí/Paraíba (19/01/1953), região do Curimataú, agreste do Estado.  Bacharel em Direito/UFMT. Chegou a Cáceres em 1974, concursado pelo Banco do Brasil, onde passou a maior parte da sua carreira bancária. Nos anos 90 afastou-se do BB para aventurar-se na política, chegando a Suplente de Deputado Estadual com uma expressiva votação. No Estado exerceu vários cargos: na CODEMAT, na Presidência da Empaer e Secretaria de Estado. Deixando a politica, demitiu-se do Banco e assumiu como Diretor-Presidente do Sicredi Grande Cáceres, onde permaneceu até seu falecimento em julho de 2011, aos 59 anos.   Foi um entusiasta das causas políticas e sociais do município. Presidiu o Instituto Histórico e Geográfico de Cáceres/IHGC.

Publicações: Gravação de um CD com a Banda do Segundo B Fron - Hino a Cáceres; Reedição do livro História da Administração Municipal de Cáceres, de Natalino Ferreira Mendes (revista e aumentada pelo próprio autor), além de publicações em jornais de Cáceres e de Cuiabá.

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MARIA DO SOCORRO DE SOUZA ARAÚJO
SÓCIA
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Nasceu na Paraíba (1954), formou-se em Medicina Veterinária (1979) e se estabeleceu em Cáceres no ano de 1980. Nessas quatro décadas trabalhou nas seguintes funções: professora no Colégio Estadual “Onze de Março” (CEOM) entre 1982 e 1983; Servidora Pública concursada no INSS (1982-1986), quando a Agência foi implantada em Cáceres; Secretária de Administração Municipal de Cáceres (1985-1986), gestão Antônio Fontes; Coordenação Estadual do Sistema Nacional de Emprego (SINE-MT) entre 1987 e 1991. Com a formação acadêmica em Licenciatura e Bacharelado em História (UFMT, 1993) e por concurso público tornou-se docente efetiva do Ensino Superior da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT, desde 1993 aos dias atuais. Como função pública ainda foi assessora especial da Secretaria de Estado de Educação (1996-1997) e ocupou a Secretaria Municipal de Educação de Cáceres entre 1998 e 1999 (gestão Aloísio de Barros). Na carreira acadêmica tem Mestrado em História (UFMT, 2002) e Doutorado em História Cultural (UNICAMP, 2013).

JANE VANINI
PATRONESSE

Nasceu em Cáceres (1945), filha de José Vanini e Antonia Vanini. Estudou no Colégio Imaculada Conceição (CIC) e no Colégio Estadual “Onze de Março” (CEOM). Mudou-se para São Paulo (capital), onde trabalhou como secretária da Revista Engenheiros Modernos, funcionária da empresa Mesbla S/A e na Editora Abril (Divisão de Relações Industriais). Casou-se com Sérgio Capozzi e, juntos, militam na Ação Libertadora Nacional (ALN). Por denúncia (Gilberto Beloque) o casal é obrigado a deixar o Brasil com os nomes de Mário e Adélia. Passam por Montevidéu, Buenos Aires e chegam à Europa (Praga) e Havana, onde conseguem recursos para retornarem ao Brasil, mas não conseguem. Como haviam deixado a ALN, integram o Movimento de Libertação Popular (MOLIPO). Seguem para o Chile onde Jane se incorpora ao Movimiento de Izquierda Revolucionaria (MIR), participa de trabalhos voluntários de apoio ao governo de Salvador Allende e sobrevive trabalhando como secretária da Revista Punto Final. No começo de 1972 Sérgio (Mário) vai ao Chile encontrar-se com Jane. Circunstancialmente o casal se separa e, posteriormente, Sérgio se casa com uma chilena e vai para a Europa. Jane se casa com o jornalista-militante (mirista) Jose Carrasco Tapia (Pepe). Em 1973, com o golpe de Estado liderado pelo então general Augusto Ramón Pinochet Ugarte, os apoiadores de Salvador Allende e em particular os militantes do MIR são perseguidos. Fugindo da violência do Estado, Jane sobrevive como artesã chilena. Em 1974, segue com alguns militantes miristas para Concepción.  Por nova denúncia foi capturada em um cerco policial-militar. Ferida, foi levada ao hospital militar e depois de quatro dias foi assassinada em um local incerto. Seus restos mortais continuam no Chile.

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NEUZA BENEDITA DA SILVA ZATTAR
SÓCIA

É Natural de Cáceres, nasceu em 21/02/1946. Licenciou-se em Letras pela Faculdade Dom Aquino de Filosofia Ciências e Letras (Campo Grande-MS, 1976). Fez Mestrado (2000) e Doutorado (2007) em Linguística pela UNICAMP/Campinas/SP. Foi professora da rede estadual e particular de ensino em Cáceres. Ministrou aulas no curso de Letras da UNEMAT, onde exerceu cargos administrativos e, atualmente é Professora permanente no Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade do Estado de Mato Grosso – PPGL/UNEMAT. Desenvolve estudos na área da Semântica da Enunciação, com produção de textos. Publicou os livros Do IESC à UNEMAT: uma história plural 1978-2008, Os sentidos de liberdade do escravo na constituição do sujeito de enunciação (2012) e Do sítio povoado à margem do Paraguai à cidade de Cáceres: 237 anos (2015). Paralelo a esses trabalhos, escreve textos que rememoram   personagens femininas que povoam o imaginário de pesquisadores da história de Cáceres.

MARIA JOSEPHA DE JESUS LEITE
PATRONESSE

Maria Josepha de Jesus Leite, filha do coronel português Leonardo Soares de Souza e Dona Ana Maria da Silva, nasceu na Fazenda Jacobina, de propriedade de seus pais, em 21 de dezembro de 1801. Viveu a infância, a adolescência, o casamento e a procriação de 11 filhos nessa fazenda. Mesmo sendo rica não conheceu as primeiras letras. Educada para obedecer, Maria Josepha, por escolha de seu pai, casou-se aos 12 anos com o também português João Pereira Leite, de 43 anos. O amor não era essencial nessas relações e o que predominava era a união de interesses, prestígio e estabilidade social. Aos 13 anos, Maria Josepha deu à luz seu primeiro filho. Ao longo de sua relação matrimonial, tornou-se mãe de 10 (dez) filhos, 07 (sete) homens e 03 (três) mulheres. Na passagem da Expedição Langsdorff pela Jacobina em 1827, Hercules Florence (1977, p. 181) assim a descreveu: “matrona de cinco pés e oito polegadas e de corpo proporcionado à altura. Sua cara de queixo tríplice parecia confundir-se com o largo pescoço, cercado de muitos colares de contas grossas de ouro. [...] essa mulher, tão corpulenta e que mostrava ter 50 anos, andava e mexia-se com a agilidade de uma garrida mocetona”. Viúva jovem e rica, casou-se de novo, dando à luz um menino. Abandonada pelo segundo esposo, Maria Josepha viveu exclusivamente para os filhos e para a fazenda. Não era bela nem alfabetizada,  mas sabia impor com dinamismo e determinação somados a certa candura feminina, o que a fez passar para a história como matriarca estimada, importante e respeitada no panorama socioeconômico da Província mato-grossense. Faleceu em 1910 e foi sepultada no Cemitério São João Batista, em Cáceres.

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OLGA MARIA CASTRILLON MENDES
SÓCIA

Nasceu em Cáceres (24/01/1955). Graduada em Letras (UFMT); Mestrado em Linguística; Doutorado em Teoria e História Literária (UNICAMP) e Pós-Doutorado em Literaturas de Língua Portuguesa (USP). Iniciou sua vida profissional na Escola DASA, em Cuiabá (1975-1977). Foi professora efetiva do Estado de Mato Grosso, em Cuiabá (1977-1981), em Cáceres (1981-1994) e na Universidade do Estado de Mato Grosso/UNEMAT/Cáceres (1994-2020). Foi orientadora pedagógica da Superintendência Regional de Ensino de Cáceres (SREC) e professora de Literatura no Colégio Imaculada Conceição (CIC). Desempenhou vários cargos no ensino, dentre os quais o de Diretora do Instituto de Ensino Superior de Cáceres/IESC (hoje, UNEMAT).

Publicações: Taunay viajante: construção imagética de Mato Grosso (2013); Discurso de constituição da fronteira (www.unemat.br/editora (2017); Matogrossismo: questionamentos em percursos identitários (2020), além de artigos e ensaios em periódicos acadêmicos. Escreve mensalmente na Coluna “Num pescar de olhos”, da Revista Literária Pixé.

NATALINO FERREIRA MENDES
PATRONO

Nasceu em Cáceres, em 03/01/1924 e faleceu na mesma cidade, em 23/12/2011. Foi professor, historiador, cronista, memorialista e poeta. Presidente de Honra do Instituto Histórico e Geográfico de Cáceres/IHGC, ocupante da Cadeira n. 15 da Academia Mato-Grossense de Letras, posteriormente ocupada pela filha Olga Maria Castrillon Mendes. Como historiador publicou: História de Cáceres: administração municipal (1973); Cáceres: origem, evolução e presença da força armada (1992); Efemérides cacerenses vol. I e II (1992). Explora a temática memorialista em Memória cacerense (1998) e canta a terra nos poemas de Anhuma do pantanal (1993) e Pássaro vim-vim (2010). É autor do Hino a Cáceres. Exerceu várias funções na Prefeitura Municipal de Cáceres (1948-xxxx). Deixou vasta biblioteca e documentação amealhada ao longo da sua vida, além de inéditos que estão sendo organizados para publicação através de Edital de Incentivo à Cultura da SECEL/MT.

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VANILDA CASTRILLON MENDES DANTAS
SÓCIA
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Nasceu em Cáceres, em 14/01/1950. Fez o ensino fundamental no Colégio Imaculada Conceição(1964) e o segundo grau (antigo Cientifico) na Escola Estadual Onze de Março até o segundo ano (1966)  transferindo-se para o terceiro Clássico na Escola Estadual Campograndense (atual Maria Constança de B. Machado). Graduada em Letras(1971) pela Faculdade D. Aquino de Filosofia, Ciências e Letras, hoje denominada UCDB, em Campo Grande-MS. Foi Delegada de Ensino em Cáceres.(1972/1976) Fundadora da APAE-Cáceres. Mudou-se para Cuiabá onde foi professora de Português nas escolas: Cesário Neto,  Pe. Ernesto Camilo Barreto, e de Francês no Liceu Cuiabano. Na SEDUC, foi assessora especial  para a Região Centro Oeste. Aposentou-se do Estado em maio de 1997. Dirigiu o jornal “A Notícia” (2000/2003). Sua última atuação foi como coordenadora da Extensão da UNIC nos cursos de Administração, Contábeis e licenciatura em Biologia. Tem publicação nos jornais de Cáceres. Membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Cáceres.

CARMEN FRANCISCA LEAL DE PAULA RIBEIRO
PATRONESSE

Licenciada em Estudos Sociais pelo então Instituto de Ensino Superior de Cáceres/IESC, 1981;  nasceu na zona  rural  de  Cáceres, lugar denominado Goiabeiras, em 09/06/1950. Fez o ensino básico entre  a Escola estadual D. Galibert e Imaculada conceição e o segundo grau  na Escola de Comércio Raimundo Cândido dos Reis e   e por se destacar na matéria foi chamada para ser professora de língua portuguesa na mesma escola. Em 1976 é aprovada no concurso de ingresso ao Banco da Amazônia onde permaneceu até se aposentar.  Desde pequena destacou-se  pela  inteligência e  facilidade de escrita não esquecendo que adorava declamar longos poemas. Alfabetizada aos 4 anos, era dona de uma caligrafia perfeita, que lhe permitiu ser remunerada por seus serviços na escola que estudava em Rio Verde MS.  Sua vida foi exemplo de luta e superação e deverá ser escrita em breve. Faleceu vitima de Câncer em Cuiabá em....

Publicações: Vento Carmen, vem tocar-me (poesia), 1989; Eu trago flores pra você (poesia), 1990. Porque amanhã já é hoje... (2004). Crônicas e poesias publicadas nos jornais de Cáceres.

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WILSON KISHI
SÓCIO
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Cacerense, nascido em 03/10/1962. Cursou o 1º Grau no Instituto Santa Maria/Cáceres-MT, 2º Grau no Colégio Dom Bosco/Campo Grande-MS e Gestão Pública/Cáceres-MT. Filho do fotógrafo japonês Akio Kishi (patrono) e Mitie Kishi. Em 1982, ingressou no Banco do Estado de Mato Grosso (BEMAT) e trabalhou até o ano seguinte, quando teve que assumir a direção do Foto Kishi, após o falecimento do seu pai. Como desportista, foi interventor da Liga Esportiva Municipal de Futebol de Salão de Cáceres (LEMFSC), em 1985 e vereador em cinco legislaturas consecutivas, de 1989 a 2008. Foi deputado estadual por 4 meses e vice-prefeito de Cáceres na gestão 2009 a 2012. Kishi teve a oportunidade de ser secretário adjunto de esportes e lazer de Mato Grosso, por 15 meses, na primeira gestão do governador Blairo Maggi e ocupou várias secretarias municipais em Cáceres, entre elas: Obras, Saúde, Governo, Agricultura e neste atual mandato da prefeita Eliene Liberato, assumiu a pasta da Administração.

AKIO KISHI
PATRONO

Imigrante japonês, fez da profissão motivo de imortalidade. Foi o primeiro fotógrafo de Sidrolândia, hoje Mato Grosso do Sul e fixou-se definitivamente em Cáceres na década de 1960, na Rua Coronel José Dulce, local em que residiu, montou seu estúdio fotográfico e tornou-se o fotógrafo mais conhecido da cidade. Seu nome é, ainda hoje, representativo dessa tradicional profissão. Casou-se com a Sra. Mitie Kishi e tiveram seis filhos: Margarete, Wilson, Nelson, Regina, Hélio e Fábio. De suas lentes saíram as fotos mais populares dos lugares, dos símbolos e das famílias cacerenses. A exemplo, a foto da Catedral São Luiz com o ipê roxo florido que já faz parte da história e da identidade da cidade. Faleceu em 23 de março de 1984, aos 55 anos de idade e está sepultado no Cemitério São João Batista, em Cáceres.

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